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Como legalizar uma loja virtual

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Nesse artigo você vai ver:
Como legalizar uma loja virtual

Se você deseja abrir e legalizar uma loja virtual, saiba que a formalização é essencial para garantir segurança jurídica, pagar menos impostos e conquistar mais credibilidade no mercado. Muitos empreendedores começam vendendo online de maneira informal, mas a falta de um CNPJ pode trazer riscos e dificultar o crescimento do negócio.

Neste artigo, explicaremos como legalizar uma loja virtual, quais são os documentos necessários, os tipos de empresa mais indicados, os impostos que precisam ser pagos e todas as etapas para formalizar sua operação.

Se você quer transformar sua loja virtual em um negócio lucrativo e regularizado, continue a leitura! 🚀

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Por que legalizar uma loja virtual?

Muitos empreendedores iniciam suas vendas online de forma informal, sem um CNPJ e sem o devido registro. No entanto, atuar sem legalização pode trazer riscos e prejuízos, como:

Multas e penalidades da Receita Federal e da prefeitura;
Dificuldade para emitir notas fiscais, o que pode afastar clientes e fornecedores;
Impossibilidade de vender em marketplaces como Shopee, Amazon e Mercado Livre;
Dificuldade para abrir conta bancária PJ e obter crédito empresarial;
Falta de credibilidade perante os consumidores.

Ao legalizar sua loja virtual, você poderá emitir notas fiscais, pagar impostos de forma justa e expandir seu negócio sem correr riscos.

Passo a passo para legalizar uma loja virtual

Agora que você já entende a importância da formalização, veja o passo a passo completo para legalizar sua loja virtual.

1. Escolha o tipo de empresa ideal

O primeiro passo para legalizar sua loja virtual é definir qual será o tipo de empresa mais adequado para o seu negócio. Veja as opções mais comuns:

🔹 MEI (Microempreendedor Individual)
✅ Ideal para quem está começando e tem faturamento de até R$ 81 mil por ano;
✅ Possui um regime simplificado de tributação (DAS-MEI com imposto fixo mensal);
✅ Pode emitir notas fiscais para clientes e empresas;
✅ Não permite sócios e só pode contratar um funcionário.

🔹 Microempresa (ME) – Simples Nacional
✅ Ideal para negócios com faturamento de até R$ 360 mil por ano;
✅ Pode ter sócios e contratar mais funcionários;
✅ Permite mais opções de enquadramento tributário, o que pode ser vantajoso para quem fatura mais.

🔹 Empresa de Pequeno Porte (EPP)
✅ Para lojas virtuais que faturam entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões ao ano;
✅ Pode optar pelo Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, dependendo da necessidade do negócio.

Se você está começando com vendas pequenas, o MEI pode ser uma boa opção. Mas se seu objetivo é crescer rapidamente, é melhor optar por uma Microempresa (ME) desde o início.

Dica: Consulte um contador especializado para escolher a melhor opção para o seu caso.

2. Faça o registro do CNPJ

Após definir o tipo de empresa, é hora de registrar o CNPJ. Esse processo pode ser feito no site da Receita Federal e envolve os seguintes documentos:

📌 Documento de identidade e CPF do responsável;
📌 Comprovante de residência;
📌 IPTU do local da empresa (caso tenha um endereço físico);
📌 Dados da atividade (CNAE correto para lojas virtuais).

O CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) recomendado para lojas virtuais é:

CNAE 47.81-4/00 – Comércio varejista de artigos por meio da internet

Esse código permite a venda de produtos por meio de sites, redes sociais, aplicativos e marketplaces.

3. Registre a empresa na Junta Comercial

Se sua loja virtual for uma Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP), será necessário registrá-la na Junta Comercial do seu estado. Esse processo inclui:

✔ Elaboração do contrato social, caso tenha sócios;
✔ Definição do capital social da empresa;
✔ Registro do nome da empresa.

Se você optou pelo MEI, esse passo não é necessário.

4. Solicite a Inscrição Estadual

Se sua loja virtual vende produtos físicos, será necessário obter a Inscrição Estadual, pois a venda de mercadorias está sujeita ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

A Inscrição Estadual é obtida na Secretaria da Fazenda do Estado (SEFAZ) e permite que a empresa emita notas fiscais de venda.

Se você vende apenas serviços, pode não precisar dessa inscrição.

5. Obtenha o alvará e a Inscrição Municipal

Mesmo que sua loja virtual funcione apenas online, pode ser necessário um alvará de funcionamento e a Inscrição Municipal na prefeitura da sua cidade.

Cada município tem regras próprias, então consulte a prefeitura para verificar a necessidade desse registro.

6. Cadastre-se para emitir notas fiscais

A emissão de notas fiscais é essencial para vender de forma legalizada. O cadastro pode ser feito no site da Secretaria da Fazenda do seu estado.

A nota fiscal é necessária para:

Vender para empresas (B2B);
Vender em marketplaces (Mercado Livre, Shopee, Amazon, etc.);
Evitar problemas com o fisco e garantir transparência nas operações.

7. Conheça os impostos que sua loja virtual precisa pagar

Ao formalizar sua loja virtual, você terá que pagar impostos conforme o regime tributário escolhido. Os principais impostos são:

📌 DAS-MEI (se for MEI) → valor fixo mensal entre R$ 67,00 e R$ 72,00.
📌 Simples Nacional → alíquota inicial a partir de 4% sobre o faturamento.
📌 ICMS → imposto estadual sobre circulação de mercadorias.

A carga tributária pode variar conforme o estado e o tipo de produto vendido, então contar com uma assessoria contábil especializada faz toda a diferença!

Dicas extras para o sucesso da sua loja virtual

Agora que você já sabe como legalizar uma loja virtual, veja algumas dicas para aumentar suas vendas e faturar mais:

📌 Invista em um site profissional e responsivo para oferecer uma ótima experiência de compra;
📌 Cadastre-se em marketplaces para aumentar sua visibilidade e vender mais rápido;
📌 Ofereça diversas formas de pagamento (Pix, cartão de crédito, boleto);
📌 Mantenha um bom controle financeiro para evitar problemas com impostos e custos inesperados;
📌 Invista em marketing digital para atrair mais clientes.

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